O minimalismo é relativo


Aproveitando a recente postagem da Thaís Godinho do blog Vida Organizada a respeito de Minimalismo, gostaria de ressaltar a minha opinião, já que ela foi bem coesa e assertiva com sua opinião. Como falei logo em uma das primeiras postagens, não acho que o minimalismo é deixar de ter várias coisas, ter um número exato de objetos ou roupas, ou ainda se isolar da moda ou de seus gostos.

É muito mais que isso! 

Como citei na postagem, de acordo com sua profissão ou estilo de vida, faz com que você tenha mais ou menos de certos objetos. Cito-me como exemplo: sou jornalista. Minha casa tem mais livros e do que qualquer coisa. Não tenho intenção de me livrar deles, pois uso sempre para consulta ou consumo de fato e nem por isso deixo de buscar por uma filosofia de vida minimalista.

Faço isso em outros pontos, como por exemplo, nos objetos da sala, cozinha, área de serviço. Ali só ficam objetos funcionais e necessários, nada além. Porque eu teria mais do que o básico se não preciso? Já nosso escritório é repleto de papéis (que tem diminuído aos poucos) e materiais de trabalho, já que os utilizo e não é possível desfazer de imediato.

Onde quero chegar? É simples, cada um sabe de si e mais ainda, sabe de suas necessidades. Seja na compra de roupas, materiais escolares, de trabalho, alimentação etc. O importante é achar o equilíbrio e descobrir como esta fórmula se encaixa com você. Enquanto isso, uso o blog para inserir informações que podem ajudar a todos, e a mim também e dessa forma, convivermos melhor com os apelos de consumo e posse que tanto nos persegue.

Comentários

  1. Concordo plenamente! Sou professora e música como o seu marido e sei bem como é isso tudo! Ainda assim consegui reduzir os cds com a nova era digital, mas tem muitas partituras que mesmo para usufruir delas deve ser com papel pois a computador não dão jeito!

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    1. As coisas precisam ser adaptadas ao estilo de vida e não ao contrário. Obrigada pela visita e passe sempre! Bjinhos.

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